Hogwarts 3.0

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Agosto de 2123.
Dezessete anos após a guerra contra a Inquisição Moderna. Ex-alunos e docentes de Hogwarts estão se preparando para uma reunião dentro do castelo, enquanto os novos alunos da escola fazem seus preparativos para irem a Hogwarts.
24/11▼
23/11▼Fim da Trama "Guerra da Inquisição" ▼
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Grande Ponte

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Grande Ponte

Mensagem por Oziel Osshëru em Qui Fev 07, 2013 5:49 pm

Relembrando a primeira mensagem :

O Quartel Eldalië é o forte militar do povo élfico. Se localiza construído por toda a extremidade superior de uma montanha íngreme, localizada no meio de um vale isolado, nos confins escondidos de Ent Taurë.
A vista é a grandiosa cachoeira, que se estende a mais de 30 metros acima, ocultando completamente o vale em que se encontra o Quartel, tornando a visão aérea do mesmo praticamente impossível.

como chegar:
Só há acesso para este quartel por uma trilha fechada que sobe entre as montanhas que formam grandes cachoeiras. O vapor da água e a trilha no meio da mata fechada, entre dois rochedos, faz a chegada lá restrita apenas a quem conhece o caminho. Para encontrá-lo ao acaso, é praticamente impossível. São precisos 4 posts de 5 linhas na floresta de Ent, e dois neste tópico, passando pela trilha. Para quem já sabe o caminho, isto é desnecessário. A localização é extremamente confidencial, e aqueles que traem isto, podem ser condenados à morte.

Para escalar a montanha deste vale, é preciso 4 posts de mínimo de 5 linhas, e rolagem de dados em cada um deles. Deve-se tirar sempre mais que 10, ou pedras se soltarão, guardas irão detectar, a água o fará escorregar, e a queda pode quebrar inúmeros ossos (10 exato), deixar de desacordado (entre 4 a 9) ou até matar (menos que 4).
Como entrar:
A trilha dá numa ponte suspensa que a liga ao Quartel. Existem portais ao invés de portões, e a magia nestes portais é semelhante à da entra das minas. Uma magia que só deixa entrar aqueles merecedores do respeito e estima dos elfos. Para ser aceito pelos portais, basta... Ou ter permissão do General, da Capitã ou da Rainha dos elfos. Ou deverá girar o dado de Raças para poder passar sem ser convidado, precisando de 20 ou mais para subverter a magia e conseguir ultrapassá-la.
torre de vigia:
Da torre, é possível observar toda a parte externa do Quartel, principalmente a ponte. Isto significa que quem nela está é completamente sujeito à supervisão e ataque de quem está na torre, a mais alta do Quartel, logo ao lado da cúpula principal.
E sim, sempre há guardas de vigia lá, mesmo que Npc's.
Para quem voa:
Conferir o Mirante.
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Re: Grande Ponte

Mensagem por Oziel Osshëru em Sex Mar 15, 2013 3:10 am


the protector
O silêncio só era quebrado pela chuva, que aos poucos, recomeçava. Oziel quase havia ganho um buraco no peito (e só não o tinha graças à armadura, agora inutilizada para sempre), mas aquilo dera-lhe a chance de aquietar o outro, com um custo de ferimento alto à Idriel. Enquanto o filho tateava o chão, procurando se restabelecer, Oziel teve de se livrar do metal retorcido em seu corpo. Desafixou a lateral da armadura e a jogou ao chão, a marca de seu sangue por dentro, a expressão séria não se curvando diante da dor. Seu quimono com traços de sangue era manchado com a água da chuva. Mas ele continuava avançando com passos firmes, nada apressados, em direção à Idriel, que agora se esforçava para ficar de pé. Faltava o ar ao General. Não era pouco receber um chute daquela potência e não ter a caixa torácica abalada. Mas nem isso o detinha de avançar na direção do filho. O olhava com a seriedade imutável dos olhos amarelados. A provocação o fez franzir a expressão mais uma vez. Estava farto. - Meu filho. Exatamente. É isso que você é. - Parecia cuspir as palavras, mas havia algo diferente. Não era raiva que o movia. Era sinceridade. - Eu o salvei. Ou o criei. Eu o treinei para quebrantar armaduras, conquistar respeito, defender seu povo. Defender a si. - Ia dizendo, o tom inflexível, passo a passo mais perto. Os soldados ao redor apenas escutavam, completamente calados. - E eu fiz um excelente trabalho. Ou você o fez. - Disse, de repente, o que mudou completamente a expectativa de todos. Pareciam todos em dúvida se ele mataria ou não o filho. E o General continuou - Você me sentenciou de frio, seco e grosso, Idriel. Pois bem. Sou frio, porque vi meu irmão morrer. Sou seco, porque vi meu pai cair. Sou grosso, porque tive de trocar a vida de meu povo por migalhas. - Foi bombardeando-o com a sinceridade irrefreável de seu olhar, sua voz rígida. -E você disse que não tem medo de mim. Mas eu nunca o quis com medo de mim, Idriel. Eu o quis com respeito. Eu o quis ao meu lado. Eu o forço para isso. Eu o treinei a vida inteira para isso. Lutei ao seu lado e agora contra você... Apenas por isso. E ainda assim, sua raiva, sua rebeldia... - O tom de voz ia morrendo, baixo demais contra a cachoeira - Sua teimosia em continuar de pé, contra mim, me mostra que tudo o que fiz foi acertado. Que você merece estar de pé. Mas está na hora de entender de que lado deve se colocar. E com quem de fato você precisa lutar, meu filho. - E a voz do General, assim que adquiriu um tom brando, morreu. Era o que dava ao outro a brecha para mover-se, falar, tentar apunhalar o pai, ou apenas gritar. Que faria Idriel diante disso?

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Re: Grande Ponte

Mensagem por Idriel Manwëvala em Sex Mar 15, 2013 3:33 am

POR QUE EU

só preciso de uma flecha.



Sua luta para se erguer parecia estar indo em vão, não tinha forças para esquivar de um possível novo ataque do pai e com isso, era seu fim, sua derrota, sua humilhação... Viu seu carrasco se aproximar, provocou-o na tentativa de ganhar tempo e as primeiras palavras foram quase cuspidas em seu rosto, como sempre acontecia mas, conforme o elfo falava, seu tom de voz ficava mais calmo, gentil e ele contava, explicava ao máximo para o filho rebelde o motivo de ser tudo daquele jeito: Frio, seco e grosso. A realidade por trás dele, um pai preocupado apenas com o futuro de um filho, um homem desacostumado a sorrir, este era seu pai que, mesmo com poucas palavras gentis, tirava todas as palavras possíveis de Idriel. Suas pernas tremeram, faltou forças e ele caiu de joelhos, com lágrimas naqueles mesmos olhos dourados de uma criança que a anos atrás era chorosa e medronha, que a anos atrás chorou para ser escutada... Anos atrá foi salva. A única palavra que saia de seus lábios era perdão e algumas vezes sussurrava pai enquanto agarrava-se ao quimono do mais velho... O que diabos ele tinha virado?



Interagindo com ?? // thanks flarniusops
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Re: Grande Ponte

Mensagem por Oziel Osshëru em Sex Mar 15, 2013 3:50 am


the protector
Os soldados ao redor estavam atônitos. Não pronunciavam uma palavra sequer. O quartel inteiro estava silenciado, assistindo ao que acontecia na ponte. Oziel estava parado diante do filho, as palavras ainda ecoando entre os dois. Idriel fraquejou, e foi-se ao chão, diante do General, segurando-o pelas vestes. O militar apressou-se em apoiar o filho nos braços, mesmo que tivesse de se abaixar. O quimono sendo manchado pelo sangue da luta violenta que havia acabado de ocorrer, as mãos de Idriel presas ao pai enquanto ele o chamava, sussurrava por perdão. Oziel o mantinha nos braços, quieto. E lembrou-se de quando encontrou o bebê na floresta. Abandonado, indefeso, sem destino ou futuro. Quando soube que seu dever era criá-lo. Quando o amou como seu filho, e o treinou como seu igual. - Vamos, vamos... - Disse baixinho, quando como fazia ao que o bebê chorava em seus braços e ele não sabia lidar com isso. Por ser duro demais. Mas ele sempre tentava. E Idriel sempre parava de chorar. - Deixe disso. Você precisa sair dessa chuva. - Falou, de maneira séria, mas o simples fato de dizer algo desse gênero demonstrava que havia acatado o arrependimento do filho como o pai que sabia ser. O auxiliou a levantar, apoiado em seus ombros. Comandou aos guardas que recolhessem a armadura quebrada da ponte e que consertassem os estragos. Teria agora muito o que conversar com o filho. Muito o que ensinar. E quem sabe, talvez o que aprender também.

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Re: Grande Ponte

Mensagem por Andilla Mornïe em Sex Mar 15, 2013 4:05 am

Ao contrário do que imaginavam, não precisou de ninguém chamando-a. Não estava por ali outrora - estava muito ocupada ensinando alguns novatos sobre os maiores truques do lugar, mas o ronco da moto chamou sua atenção, e Andilla percebeu de imediato quem se aproximava. Uma coisa ela tinha certeza: aquilo não acabaria bem, nem de longe. Há muito já ouvia reclamações de todos os lados a respeito de Idriel; vindas em especial de Oziel. E de Elleanor, claro. Mas as de Oziel geralmente a deixavam mais preocupada - afinal, o que seria do elfo filho do General da Guarda Real de Mirakel? Andilla estava com o arco em uma das mãos, a postura totalmente ereta, perfeita. Mostrava aos novos recrutas como realmente deveriam segurar um arco e flecha por obrigação, uma vez que acreditava que boa parte deles ali, se desejavam fazer parte da Guarda Real - ou chegar perto disso -, deveriam ter segurado um arco na mão antes mesmo de aprender a falar. Estava prestes a soltar a flecha, com a certeza de que acertaria, quando o ronco ecoou. Começou baixo, como um zunido. E foi se aproximando, aumentando gradativamente, até que ela já sabia que estava por ali. Suspirou baixo e dispensou os que estavam presentes. Eles não saíram - a seguiram quando foi chamada. Os gritos apressados vinham do lado de fora do Quartel, mas ao contrário de todos, ela não corria. Ela já sabia que cedo ou tarde aquilo iria ocorrer. E antes fosse cedo - ao menos daria mais tempo de arrumar (ou tentar) as besteiras que Idriel havia feito.
ㅤㅤ Assistiu tudo, com Rähvin ao seu lado. O lobo negro estava sentado, com uma proteção especial que ia sobre as costas. Andilla trajava vestes simples, que eram leves - fabricadas por ela mesma. E quando o lobo e a drinael viram a arma ser levantada contra Oziel, o primeiro impulso de ambos foi dar um passo. Mas, não. Sabia que não deveria. Andilla viu uma das grandes árvores próximas por ali e enquanto Oziel sequer demonstrava qualquer reação perante a atitude inconsequente do filho, Andilla Mornïe escalava uma árvore com rapidez e facilidade. O arco estava em sua mão. A aljava com algumas flechas em suas costas. Os gritos não mais eram ouvidos e ela ficou satisfeita em ver o que um dia poderia denunciar sua localização, já destruído. E quando Andilla notou que ele já não mais se aguentava em pé, e que as palavras de Oziel certamente o feriam muito mais do que um golpe de espada, Andilla respirou fundo. A chuva não mais caía, embora ela ainda estivesse totalmente encharcada por conta dos pingos que haviam caído das nuvens.
ㅤㅤ Ela nunca foi misericordiosa. Em todos aqueles anos servindo a Guarda Real, aprendera que um segundo de misericórdia poderia custar sua vida. Mas, acima da sua própria vida, poderia custar muito mais caro: as vidas daqueles que protegia todos os dias. Ela manteve a respiração regular enquanto Idriel chorava. Oziel com certeza sabia ser duro quando havia necessidade, e ela mesma sabia daquilo. Viu o General ajudar o filho a se levantar e posicionou o arco. Rähvin apenas a observava, atento com os olhos azuis. Segurava o arco, posicionando em seguida a flecha, colocando logo os três primeiros dedos e mirou. Manteve a mira e quando percebeu que estava no momento, soltou a corda. A flecha havia tomado seu impulso - e acertado o alvo.
ㅤㅤ Obviamente, seu alvo não era Idriel, e sim o chão. Poucos centímetros de distância, onde ele estivera ajoelhado. E depois, Andilla pulou da árvore, surgindo de modo ainda assim gracioso - e repentino. Os olhos azuis e gélidos fitaram Idriel. - Sinta-se com sorte que quem o recebeu foi o General. Se você é irresponsável, o problema é exclusivamente seu. Não coloque inocentes em perigo, rapaz. - Ele era mais velho, e ela ainda assim não o temia. ─── Não sou covarde. Não vou enfrentá-lo agora. E tenha ciência que não iria desperdiçar uma flecha com você. - Olhou-o, de cima a baixo. ─── Eu vi tudo o que houve, do início ao fim. - E ele sabia, com os olhos dela tão fixos nos dele, a ira que havia desencadeado. Se não sabia, teria certeza.
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Re: Grande Ponte

Mensagem por Andilla Mornïe em Sex Mar 15, 2013 4:50 am

O silêncio pairou no ar. Andilla apenas fitava o elfo, que defendia-se com palavras. Oziel imediatamente interferiu entre ambos, uma vez que a drinael fez menção de atacar Idriel bem ali. O General negou com a cabeça e tomou uma caminhada para dentro do quartel, com Andilla e vários outros membros da guarda real no encalço do capitão. Podia ouvir a voz de Idriel lançar promessas de que aquilo não ficaria daquele jeito, mas não retrucou - não por enquanto. Rähvin ao seu lado apenas fitava a dona com um olhar de censura - talvez por compreender que ela havia quebrado um singelo momento entre pai e filho, talvez por querer ver Idriel morto. Era um mistério.
ㅤㅤ Finalmente haviam chegado a um ponto onde Idriel ficaria e Oziel, também. Andilla havia os acompanhado uma vez que seu próprio quarto ficava mais adiante, no mesmo corredor. Antes de prosseguir, com o lobo negro ao seu lado, virou-se para Idriel. ─── Fico contente em saber que "isso não vai acabar assim". Só espero que não acabe com você chorando. - Provocou, girando nos calcanhares e tomando rumo para seu quarto no quartel.

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Re: Grande Ponte

Mensagem por Elleanor Elenwëri em Qua Abr 03, 2013 9:29 pm



The Evenstar of her people

Um coração alegre e aventureiro, quando colocado em cativeiro, se rebela. Foi isso que aconteceu com a doce criança Elleanor, a liberdade em pessoa, ao ser aprisionada no castelo. Seu desejo por liberdade encontrou escapatória através de Mason, personagem criado pela princesa para fugir sem ser reconhecida e assim, não ferir sua mãe ou desrespeitar seu pai. Mas mesmo com as fugas, auxiliadas por Andilla, o coração da princesa ainda era esmagado pelas obrigações, e a única forma de aliviar isso, foi se apaixonar por Idriel. Uma consequência simples, natural, e até perfeita, já que nada podia ser mais convenente do que se apaixonar pelo primo que já era seu noivo prometido. Não fosse por um motivo: Ele não queria ser rei. Foi para salvar o amor de sua vida, que a princesa concordou, finalmente, em se sacrificar. Agora, depois de séculos, Elleanor concordava em ser rainha. Mas seria de seu jeito. Mais do que nunca, a radiante e corajosa princesa tinha apenas uma coisa em mente: Aproveitar ao máximo sua vida. Elleanor queria lutas, aventuras, viagens... Coisas importantes para que ela pudesse dizer que viveu sua vida, antes de entrega-la ao reino de Mirakel. Mas mesmo sendo sempre feliz e amável, apesar de sua condição, foi apenas depois do fim do noivado que, pela primeira vez, a resposta da princesa ao ser contrariada não foi a revolta ou chantagens emocionais com sua mãe. Apática, a princesa deixou de aproveitar sua recém conquistada permissão de andar pelos terrenos de Mirakel - sempre com guardar a vigiando. - e sair do castelo um pouco. As poucas vezes que o fazia, eram como agora, de liteira, puxada por dois cavalos reais, um na frente, ou atrás. Elleanor nunca gostou que servos a carregassem. Mas foi naquele dia, em especial, que o coração aventureiro e rebelde da pequena Elleanor viu uma chance: A algum tempo, tinha copiado o mapa do quartel, no intuito de invadi-lo, para conhece-lo. Memorizou o caminho por mais noites do que se lembrava antes de, por segurança, queimar o mapa. Em sua liteira, naquela tarde, a princesa tinha ido dar uma volta na Ent Taurë - com seus já conhecidos quatro guarda-costas - quando começou a chover, obrigando-os a parar. Se alguém perguntasse, ela jamais saberia responder direito como conseguiu os distrair, tomar as redeas dos cavalos e guia-los por um longo tempo até achar a estreita trilha que levava ao quartel. Só havia um acesso para este quartel por uma trilha fechada que sobia entre as montanhas que formavam grandes cachoeiras. O vapor da água e a trilha no meio da mata fechada, entre dois rochedos, faziam a chegada lá restrita apenas a quem conhecia o caminho. A liteira fragil avançava, e o coração disparado da princesa só pedia para que ela estivesse seguindo o caminho certo.

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Re: Grande Ponte

Mensagem por Elleanor Elenwëri em Qua Abr 03, 2013 9:46 pm



The Evenstar of her people

Já não chovia mais e foi então que aconteceu: A trilha que dava numa ponte suspensa que a liga ao Quartel apareceu. Agora, Elleanor sabia que tinha que ser mais cuidadosa. A primeira coisa que a pequena fez cor colocar a cabeça para fora da liteira, que andava mais devagar. A menina assoviou, e um pássaro extremamente azul veio em sua direção. A princesa cantou uma música ao pássaro que foi induzido a dar noticias no Palatio de onde ela estava - afinal, não queria que os guardas fossem punidos. Por aquela travessura, ela assumiria a responsabilidade. Feliz por ter chegado até ali, a princesa piscou, deixando seus cabelos mudarem de tom, ficando tão azuis quando as delicadas penas do pássaro que agora voava para longe. Na entrada do quartel, existiam portais ao invés de portões, e a magia nestes portais era semelhante à da entra das minas. Uma magia que só deixa entrar aqueles merecedores do respeito e estima dos elfos. Para ser aceito pelos portais, bastava... Ou ter permissão do General, da Capitã ou da Rainha dos elfos. Elleanor forá esperta ao, de forma ambígua, perguntar se ela sempre poderia estar com eles - afinal, eram sua seu tio, melhor amiga e mãe - e a resposta era que sempre pode ria ir, onde eles fossem. Sendo também da família real, pelo menos, por aquilo, ela tinha passado. E assim, mesmo tentando não parecer insegura, a princesa assustou e admirou-se. Tinha passado pelos portais. Mas uma visita não tinha sido informada, e o único motivo dos guardas não terem a parado bruscamente era o fato do emblema real de Mirakel estar estampado tanto nas celas dos cavalos quanto na seda que fechava sua leiteira. Curiosos - e armados -, vários guardas foram até a grande ponte, que foi, apenas nesse momento, convidada a parar. Os cavalos então pararam, e ao sentir a liteira deixar de se mover, Elleanor respirou fundo. Tinha que parecer confiante - mesmo que fosse a confiança de uma criança que não queria ser mandada de volta para casa, e por isso ia se impor. A seda da leiteira foi afastada por mãos brancas e delicadas, e a figura da princesa surgiu. ─ Sou Elleanor Elenwëri, princesa de Mirakel, e vim visitar o quartel comandado por meu tio. ─ Era um comunicado real feito pela elfa mais impressionante que tinha pisado naquele lugar. A princesa era baixa, de corpo esguio, e curvas facilmente notadas mesmo por baixo do pesado vestido prateado, claro, com rendas bancas na borda da saia e das mangas. Usava uma capa de outono do mesmo tom, mas no lugar de bordados brancos, tinha tecidos recortados que lembravam as penas de um pássaro. Um cisne. E talvez, essa fosse uma boa comparação. Elleanor seria tão bela e elegante quanto um cisne, não fosse os olhos de um purpura forte e mistico, e os cabelos trançados, fios azuis. Tinha a beleza a ponto de ser comparada com qualquer raça conhecida pelo encanto feminino, como veelas, sereianas e banshees, não fosse as orelhinhas pontudas. Além disso, os anos de cativeiro fizeram a princesa ser considerado, por todos com menos de 600 anos, uma lenda. Nunca vista, nunca ouvida. Aquela seria a primeira vez de muitos vendo a Princesa Elleanor como alguém presente. Não como uma lenda, mas como um personagem fantástico do reino. Um personagem real.

Quem seriam os primeiros a se pronunciar, e ousar falar com a Princesa?

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Mensagem por Aileen Keth Heel em Qua Abr 03, 2013 10:12 pm



Merin sa haryalye alasse!
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Por algum motivo, Aileen ganhou o respeito de parte dos guardas no quartel pelo simples fato de ela ser treinada diretamente por Oziel e Andilla, ainda mais quando ela aceitou lutar com Idriel que havia vencido até mesmo Andilla, mas a elfa não se importava com o respeito adquirido assim, ainda era uma aspirante e ela devia respeito aos guardas.
A jovem elfa de aparência delicada, de cabelos dourados e curtos com as pontas encaracoladas, o corpo curvilíneo e os olhos azuis celestes, vestia um vestido branco com uma faiza verde na cintura e bracelestes nos braços, o vestido era curto lhe indo até a metade das coxas, ela ainda calçava as botas verdes que agora iam até os joelhos dela em cor verde. Tudo nela chamava atenção e clamava por cuidado como uma boneca fácil de quebrar, mas no caso de Aileen estava mais para a frase As aparências enganam. Já que ela era uma guerreira que não temia a morte e nem sequer fugia de uma luta, se se importar em perder ou ganhar, apenas em lutar.
Estava ocupada naquela noite polindo a sua espada de treino vendo seus Lumys brincando quando ouvia grande movimentação no quartel, pegava os lumy deixando-os sobre os ombros e seguindo os guardas, quando chegava a ponte via uma liteira com o emblema do reino, não poderia ser Oziel, Andilla e muito menos Idriel... Então só poderia ser duas pessoas. Aileen seguia até a liteira a passos firmes vendo a mulher de cabelos azuis, apesar da breve mudança a reconheceria em qualquer lugar, a princesa do reino, ao se aproximar ajoelhava-se em reverência.

-- Princesa, o que a traz ao nosso quartel e nos dar a honra de sua presença?

Perguntava a ela ainda em reverência, em toda sua existência havia ouvido sobre Elleanor, mas não era momento para ficar admirada, ao menos não agora, poderia ser um assunto importante, e ela sabia ter disciplina.



Êl síla ned lû e-govaded vín.!


Última edição por Aileen Keth Heel em Ter Maio 07, 2013 2:34 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Grande Ponte

Mensagem por Elleanor Elenwëri em Dom Abr 07, 2013 10:25 am



The Evenstar of her people

E então, uma moça se apresentou. Era branca, loira, e linda, como a maioria das elfas. Isso bastaria para imagina-la em qualquer outro lugar, que não fosse o quartel. Mas não Elleanor. A mente da princesa, munida de tão forte intuição e clarividencia quanto os centauros, e marcada já pela próprias experiencias em batalha, conseguia ver como era muito mais natural aquela jovem com uma espada na mão, do que eevas que curam. Assim como Andilla, haviam elfas que nasciam para lutar. ─ É apenas uma visita de reconhecimento. O General concorda que a futura rainha tem o direito de conhecer as instalações onde fica o centro do poder militar de nosso povo. Estou também fazendo a visita por minha mãe, que não pode vir até aqui no momento. ─ Explicou a jovem branquinha de cabelos azuis. Com aqueles tons claros, Elleanor parecia uma criança. E talvez essa aparencia inofensiva fosse mesmo bem-vinda.─ Meus guardas ficaram pelo caminho, certificando-se de que não fomos seguidos. Assim que cheguei a ponte, mandei uma mensagem para que voltassem e tivessem certeza de que a localização do quartel sendo mantida. Mesmo assim, estou ciente de algumas convenções aqui, então não faço objeção para que novos guardas me acompanhem pela visita. Mas prefiro que a escolha seja feita lá dentro. ─ E assim, a princesa acostumada a ser seguida e vigiada entrou no quartel, sem falar mais nada.

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